quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Portugal 2011

... Estava eu a ver a reportagem da SIC, "Portugal 2011", que hoje era dedicado ao emprego vs educação/formação, e o Sr. António Cruz Serra, do IST, diz k "os momentos de crise também são momentos de oportunidades" e que os jovens devem aproveitar a situação para criarem a sua própria empresa.
Se, por um lado, concordo que, se a grande maioria dos jovens fizesse isso, talvez o panorama estivesse muito melhor em termos de emprego (porventura poder-se-ião empregar até as camadas etárias posteriores a nós, também sou obrigada a concordar que nem toda a gente tem cabecinha para criar a sua própria empresa. Nem toda a malteca jovem tem esse espírito empreendedor tão necessário para dar esse passo.
Eu vejo por mim... Mas pronto, eu sou um caso à parte. Como a minha irmãzinha diz, eu devia ter nascido no séc. XX".
Mas digo muita vez: se os jovens que acabam os seus cursos conseguissem, efectivamente, criar a sua empresa e empregar grande parte dos seus colegas de curso, isto não chegaria ao ponto onde está hoje.
E vai daí até talvez fosse mauzinho, porque a malta conhece-se e tem intimidade e isto e aquilo e punha-se a divagar, e trabalhar que é bom... esquecia-se!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Hoje é o dia do Lóve!


Olá. Só venho aqui deixar um post muito rápido. Para dizer que hoje é um dia como outro qualquer. O meu Vitinho ensinou-me isso, e é mesmo verdade. Dia dos namorados para quê? Para nós 2 não tem importância. Para nós 2, o "dia dos namorados" é dia 7 de Maio.
Sim, porque o dia 14 de Fevereiro é... um dia em que se gastam rios de dinheiro para tentar agradar o/a parceiro/a. Há quem diga que sim senhor, é um dia que é preciso. Mas, pessoalmente, penso que se podem ir fazendo pequenas surpresas ao longo do ano, e não concentrar esse esforço num só dia.
Não dizem que o Natal é quando o Homem quer? Então, o mesmo se deveria aplicar ao Dia dos Namorados.
Não acho mal nem critico quem comemora este dia, mas... Contenção, minha gente, contenção! Ehehhe. Eu tenho ali uma prendinha para o meu menino, mas não é por ser este dia. Simplesmente vi aquilo no Ikea e pensei que lhe fizesse falta/lhe desse jeito. E comprei. Nem está embrulhada, nem sei se vou embrulhar.
Podia dá-la noutro dia qualquer, mas vou dar hoje. Mas já tive o cuidado de lhe dizer que "não é prenda do Dia dos Namorados!!!". AHahha
Curtam a vida, sejam felizes, com ou sem Dia dos Namorados. Uma relação conquista-se com pequenos gestos no dia-a-dia.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Ainda sobre o Vitinho

Esqueci-me de dizer, a propósito do 15º aniversário do Vitinho, que todos os dias durmo com ele. Não, esta parte acho que disse.
O que não disse é que, quando vou passear, também o levo. Inclusivé, quando vou passear com o MEU Vitinho, levo o outro. Ahahah. E depois a minha mãe pergunta "não tens vergonha" e eu, como sou descarada, digo que não. Ora essa. E não tenho!
Nessas alturas, é caso para de dizer que a minha noite é dividida com os dois Vitinhos. Ahahah



Uma revelação chamada Deolinda

Já todos ouvimos uma ou outra música ou, pelo menos, este nome.
Em 2009, numa Feira de Enchidos em Monchique, onde o Vitinho foi tocar, a noite ficou a cargo deste grupo. Como não era (pelo menos para mim) um nome ainda muito sonante, não fiz sequer força para ficar por lá e, assim que o namorado acabou a actuação, eu pus-me a andar mais os paizinhos.
Um ano depois, venho a descobrir que esta jovem banda está a fazer o maior dos sucessos, porque, meio a brincar, meio a sério, lá vai retratando a situação deplorável deste cantinho à beira-mar plantado que é o nosso país.
Se calhar muita gente sente o que a Ana Bacalhau vai dizendo nas canções, mas falta-lhe a coragem e a determinação para seguir em frente, pensado que "ninguém nos vai parar".
E, muito sinceramente, agora com a nova música, "Que parva que sou", acho que isto está prestes a levar caminho. Os jovens que concordam que "para ser escravo é preciso estudar", aqueles que acham que "esta situação já dura há tempo demais", têm agora mais força, a tal coragem e determinação para pôr esta palhaçada toda nos carris. Sim, porque há mentes jovens muito brilhantes que seriam capazes de engendrar um outro 25 de Abril, um 25 de Abril feito precisamente por jovens. Eu, falando com base na minha burrice, penso que não seriam só os jovens a vir para a rua. A eles juntar-se-iam os reformados, os pré-reformados, os trabalhadores, os desempregados. Talvez também alguns políticos. Até a polícia/exército voltariam a pactuar com os revolucionários. Sim, porque toda a gente está farta disto. Mais velhos ou mais novos, todos fazemos parte da geração que "já não pode mais" com as coisas/disparates/aberrações/ROUBALHEIRAS que todos os dias nos entram pela caixinha mágica que temos na cozinha/sala/quarto.
Eu cá não gosto de revoluções, porque penso sempre que uma revolução envolve sangues e guerras e mortos e tiros. Mas sinto-me revoltada, isso sinto. Aliás, como toda a gente, mais ou menos, se vai sentido. Vemo-nos todos os dias a ser roubados por essa classe mesquinha a que se chama "governo".
E, se for preciso, como muita calma e descontracção, tudo como deve de ser, tudo na linha, tudo muito bem pensado, também "saio de casa e vou com eles", para que todos possamos começar um novo Portugal, um Portugal onde os jovens não tenham que desistir dos seus cursos universitários porque não têm como os pagar, um Portugal onde não haja tanto desemprego, especialmente nas camadas mais jovens, porque essas sim, são o futuro do país.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Traí!

É verdade, sim senhor. Traí o meu Kikinho "pecanino". Prometi-lhe que 4ªf (hoje, portanto) já ficava em casa para brincar com ele e dar a papa e levá-lo à rua a ver os popós e coisas afins relacionadas com tomar conta de uma criança, e vai daí que... o enganei.
Não se faz a ninguém, principalmente às crianças. O moço ficou na expectativa e, afinal... era tudo mentira. Não fiz de propósito. Era para trabalhar só até ontem, mas a médica da outra menina prolongou-lhe a baixa até ao final desta semana...
Esperemos que assim seja! Quer dizer, por um lado espero que sim, porque quer dizer que está melhor. Mas, por outro, quer dizer que vou ficar outra vez sem trabalheco. E o pior é que vai calhar na semana em que não tenho o Kikinho, para me entreter.
Raçaaaaaaahhh!

Parabéns, Vitinho!

Ehehehe. O Vitinho faz hoje 25 anos. Não é o "meu" Vitinho, é o "nosso" Vitinho. Sim, aquele que cantava quando eram 20h30, hora em que, naquele tempo (tinha eu uns 3 ou 4 anos), devíamos ir para a cama.
Agora até essas regras mudaram. As crianças deitam-se mais tarde mas continuam a levantar-se cedinho para ir com aquele peso monstro nas costas para a escola.
Voltando ao Vitinho... Todos os dias durmo com ele... Com a almofada, claro. Já não é a original, porque essa já estava muuuuuuuuuiiito doente. Então, vai daí, o meu Vitinho fez-me outro aqui há 3 anos, para me acompanhar nas dormidas. E que contente que fiquei! O outro, o velho Vitinho, está em cima da minha cama, emoldurado.
Adoro os Vitinhos da minha vida :)